

![]() PEDACINHOS DA ETERNIDADE
Porque é exatamente assim: aquilo que nasce como palavras soltas, um punhado de sentimentos dispersos no tempo, acaba se tornando um bordado poético — costurado com duas linhas invisíveis: a da sensibilidade e a do encantamento.
Há quem veja apenas rotina… mas o verdadeiro poeta enxerga o indizível. Tem o dom raro de ouvir o silêncio das coisas, de entender a linguagem secreta da beleza, de transformar o instante mais simples num sopro de eternidade.
A alma do poeta é um espelho do infinito. Reflete o que há de mais puro e mais humano, escuta o que o mundo não diz, encontra harmonia até nas pausas e descobre luz nas sombras.
E, de repente, sem que se perceba, um comentário vira verso, uma lembrança vira prosa, e um gesto singelo se eterniza — assim nascem os pedacinhos da eternidade, tecidos com amor pelas mãos da inspiração! _____________________________ Imagem: o relógio da eternidade! Fernanda Xerez
Enviado por Fernanda Xerez em 27/11/2025
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