

![]() O TEMPO É MEU TROFÉU
No silêncio que mora no papel, As sombras ganham forma e movimento. A tinta corre, amarga como o fel, Ou doce como o sopro de um momento.
Sob as estrelas de um antigo céu, Onde o poeta encontra o seu sustento. No silêncio que mora no papel, As sombras ganham forma e movimento.
Não há segredo sob o fino véu, Que não se entregue à força do talento. Nesta jornada, o tempo é meu troféu, E o pensamento, o meu eterno alento: No silêncio que mora no papel! Fernanda Xerez
Enviado por Fernanda Xerez em 11/03/2026
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