

![]() SOBRE O PAPEL
Na mesa antiga a luz suave desce, Sobre o papel o tempo se desenha, A mão que escreve, lúcida, empenha, O brilho que no verso se oferece.
A alma em cada sílaba, em que cresce, A flor que no jardim da mente venha, O pensamento, como estranha senha, Faz que a verdade enfim se manifeste.
Guardar a memória é arte soberana, Cuidar de cada letra, no dia a dia, Com a dedicação de quem se ama.
Poesia que no peito se derrama, Transforma em luz qualquer melodia, Na eterna voz que o coração proclama! Fernanda Xerez
Enviado por Fernanda Xerez em 23/05/2026
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