

![]() O LABIRINTO DA CRIAÇÃO
Perdeu-se o bardo em rimas de veludo, Buscando a nota exata da canção. No peito, o ritmo bate em prontidão, Revelando o que dantes era mudo.
O pensamento, às vezes tão agudo, Corta a névoa de toda a solidão. Trazendo à tona a pura inspiração, Nesse universo vasto e sobretudo:
Não há limites para o sonhador, Que faz da letra seu maior escudo, Pintando a vida com tanto vigor...
No fim da estrada, o verso é quase tudo, A tradução fiel do seu imenso amor, Onde o silêncio faz-se um conteúdo... Fernanda Xerez
Enviado por Fernanda Xerez em 06/08/2026
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