

![]() O DESPERTAR DA PALAVRA
Nas mãos, o peso da pena e do tinteiro, Onde a alma se verte em traço fino, Desenhando o destino por inteiro.
O verso nasce livre, sem roteiro, No silêncio que molda o peregrino, Buscando a luz no brilho do luzeiro.
A voz que emana do papel sagrado,
É o sopro do poeta libertado! Fernanda Xerez
Enviado por Fernanda Xerez em 07/08/2026
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